Blog da EZ Commerce

Checkout simplificado tem grande importância para as vendas no e-commerce

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Diversos fatores são responsáveis pelo sucesso de um e-commerce, como a logística e a facilidade de navegação na plataforma da loja virtual, entre outros processos que devem ser aprimorados constantemente.

E, com esse foco em otimizar os pontos mais gerais em relação à experiência do cliente dentro da loja virtual, muitos gestores acabam esquecendo de se concentrar em um dos fatores que, embora mais específico e pertencente aos estágios finais da decisão de compra, é um dos mais importantes: o checkout.

De suma importância para a efetivação da compra, o checkout é a última etapa que antecede a almejada conversão, e se o processo não for simples para o cliente, o que era uma conversão iminente pode ir por água abaixo. Confira agora porque simplificar este processo é tão importante para aumentar as conversões do seu e-commerce.

Se você tem uma loja virtual e se pergunta como pode começar a otimizar o checkout, considere prioridade o tempo do cliente. O sistema do site precisa deixar claro quais etapas esse potencial comprador precisará transcorrer para, enfim, finalizar a compra.

Uma medida interessante para isso é implementar indicadores de sessão dentro do sistema, permitindo que, dado o início do checkout, o cliente tenha a noção de qual etapa ele se encontra, como carrinho de compras, cadastro de endereço de entrega e pagamento, sempre evitando redundâncias. Direcionar o cliente para o carrinho cada vez que ele coloca um produto lá não é uma prática convidativa para que ele finalize a compra.

A fluidez no processo é fundamental, a partir do momento que a chance de desistência é iminente. Em uma geração na qual tudo precisa ser ágil e prático em virtude da rotina cada vez mais corrida, um dos recursos dos quais os seus clientes menos dispõe é tempo, e eles não vão gastá-lo em um checkout embaraçoso. Eles sabem que eventualmente terão que informar o endereço de entrega, cadastrar informações pessoais, residenciais e tudo mais, mas nem sempre está disposto.

Diante disso, é extremamente importante que a loja priorize as informações a serem cadastradas antes de efetivar a compra, requisitando somente o necessário para não engessar o processo, como o CPF, e-mail, e endereço de entrega, deixando as preferências de e-mail marketing e informações menos pertinentes para um segundo momento, durante o pós-venda.

A questão da navegabilidade é outro ponto que merece atenção. A dificuldade de localização de elementos e botões importantes dentro e-commerce pode desmotivar o cliente a finalizar a compra, mesmo que diversos outros fatores já o tenham atraído.

Os famosos Calls to Action – chamadas para ação – são elementos fundamentais em todo o conjunto de etapas do processo de vendas, tendo forte influência na tomada de decisões do comprador. Elementos importantes do checkout, como os botões de acesso ao carrinho, de cálculo de fretes, de adicionar cupom e de finalizar compra devem ter destaque na interface.

Aprimorando a experiência móvel


Esses elementos citados são ainda mais relevantes para os usuários de smartphones e tablets. Vivemos em uma era de mobilidade, onde as pessoas anseiam por praticidade em tudo o que faz parte das atividades da rotina comum, e comprar online é uma destas atividades. Se uma plataforma de vendas online dificulta a navegação cujo acesso se dá por computadores, imagine então se o acesso for oriundo de um smartphone.

Além de manter a interface precisa e enxuta, tornar o layout da loja virtual responsivo – ou seja – acessível a qualquer tipo de dispositivo – é crucial. Perante um acesso móvel, a tela em que serão exibidos os elementos do layout é muito menor, e caso não haja um mecanismo que adapte estes elementos, a interface vai virar um verdadeiro ‘carnaval’. Isto, portanto, dificultará imensamente a navegabilidade do cliente, aumentando consideravelmente as chances de que a venda não seja concretizada.

Pode acontecer, também, que o cliente queira consultar algum dado fornecido por ele em uma etapa anterior. Portanto, deixá-los todos à mostra e acessíveis também são um diferencial que ajuda no processo de checkout.

Um bom trabalho e planejamento de UX (user experience – experiência do usuário) pode ser mantido na mesma interface em que o cliente está cadastrando mais dados, tudo de forma harmônica e sem atrapalhar o prosseguimento do processo.

Por fim, o conjunto de possibilidades que o e-commerce oferece na hora do checkout, como formas de pagamento, custos e prazos de entrega, atualização de rastreamento, também exerce um grande fator de decisão na hora de concluir a compra.

Ferramentas relativamente novas e em constante adoção por parte de vários e-commerces, os gateways de software integram o ERP da loja virtual com os sistemas dos transportadores, permitindo ao cliente escolher o frete que melhor atenda às suas necessidades em relação a custo e prazo de entrega.

Facilitar a compra é crucial para evitar insatisfações por parte dos clientes e manter o número de conversões sempre em alta.

Henrique Mengue

CEO da EZ Commerce, plataforma de comércio eletrônico vencedora do Prêmio MercadoLivre de Empreendedorismo 2015, na categoria “Melhores Práticas em Tecnologia” – www.ezcommerce.com.br

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9 dicas para melhorar a gestão do seu e-commerce

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* Por Henrique Mengue

O bom momento do e-commerce no Brasil, apesar do cenário de crise pelo qual o país passa, transforma o setor em um dos mais atrativos para novos empreendedores. Se o público está consolidado e crescente, no entanto, as fatias do bolo devem ficar divididas entre um número cada vez maior de concorrentes.

Para se destacar, o varejista deve aprender com os erros e acertos e estudar onde pode corrigir e evoluir nos próximos meses. Portanto, preparei algumas dicas para definir um planejamento eficaz a ponto de assegurar o crescimento saudável à sua loja virtual. Vamos a elas:

1. Projete o crescimento financeiro:


Toda empresa precisa crescer, então colocar uma meta de faturamento é muito importante. Procure ser razoável e lembrar que todo crescimento requer investimento, seja em tecnologia, marketing ou pessoas, estando alinhado com os custos. O ideal é comparar com concorrentes do mesmo mercado.

2. Controle os dados financeiros:


Para quem está começando, é vital entender os números. Uma boa resolução seria contratar um consultor (ou pedir ajuda a um amigo que entenda bastante) e criar um modelo de controle. Pode ser uma planilha de Excel ou um ERP simples. O empreendedor deve entender os conceitos e encontrar uma forma de medir, mensalmente, seu resultado de vendas, demonstrativos de resultados, fluxo de caixa, estoques etc.

3. Escolha três novas métricas para o e-commerce:


Identifique três quesitos que ainda não são controlados e dê preferência aos que são passiveis de ações corretivas, caso estejam abaixo do esperado. Alguns exemplos são a taxa de conversão de visita de vendas (quantas empresas eu visito e quantas consigo vender), Retorno de Investimento (ROI) de uma campanha de Google ou percentual de inadimplência. O importante é ter um plano de ação para quando essas métricas não estiverem boas.

4. Controle gastos:


Um grande erro das pequenas empresas é projetar um crescimento de receita e de gastos juntos. A lógica de que “é preciso gastar mais para vender mais” é perigosa, pois muitas vezes atingimos o plano de despesas, mas não batemos a meta de vendas. Isso gera um grande descompasso nas empresas e, muitas vezes, é motivo de falência. Tente projetar metas mais curtas, mensais, trimestrais e só comece a aumentar os gastos quando tiver confirmação das transações.

5. Escute mais seus clientes:


Realizar pesquisas e pegar o feedback dos clientes é fundamental para levantar quais pontos relevantes atrapalham a venda, quais são os pontos fortes que impulsionam etc. É importante estar de coração aberto para escutar críticas e pensar em melhorias, ou até em guinadas mais fortes. Para não deixar o objetivo abstrato, coloque uma meta de quatro agendas anuais, com cinco clientes por vez. Ao final de cada etapa, chame o seu time e discuta o valioso papo com os clientes.

6. Escute mais o seu time:


Toda empresa é feita de pessoas. Em um pequeno e-commerce, cada funcionário é muito importante, pois, muitas vezes, uma única pessoa responde pelas vendas, ou pela entrega, ou pelo atendimento. Um colaborador desmotivado ou que “jogue contra” pode deixar toda uma área com problema. Planejar reuniões estruturadas de feedback com o time é vital para saber como está o clima organizacional, além de estratégico. Assim, o gestor pode escutar, atuar como mentor e estimular o crescimento das pessoas, desenvolvendo o trabalho em equipe.

7. Olhe para o mercado:


Como o empreendedor tem sempre muitas tarefas na própria agenda, é comum se envolver com vendas, atendimento, financeiro, pessoas. Uma boa forma é participar de eventos relevantes no seu setor para oxigenar as ideias. Faça um calendário com 3 a 4 eventos, compile o que aprendeu nesses encontros e discuta com o seu time. Muitas vezes, olhamos tanto para dentro que esquecemos de enxergar as mudanças ocorrendo lá fora.

8. Prepare pessoas para o próximo estágio:


Em uma empresa em crescimento, é muito importante aprender a delegar e dar responsabilidades para as pessoas. Um líder centralizador pode encontrar grandes dificuldades conforme a empresa cresce. Foque energia em encontrar o perfil certo e em ser um mentor para que seus funcionários possam assumir desafios para que a empresa chegue ao próximo estágio. Sem essas pessoas, o negócio será totalmente dependente do fundador. Liste quais as primeiras tarefas que podem ser delegadas, coloque em um cronograma ao longo do ano e repasse o plano a cada mês ou trimestre.

9. Acredite sempre:


Um grande empreendedor se dá pela capacidade de planejar e, principalmente, de executar seus sonhos e projetos. Entenda que nessa jornada vai ser preciso se doar muito e motivar os outros a esta doação de tempo e energia. Esteja motivado, focado e com todo o gás para levar o seu e-commerce cada vez mais longe.

Henrique Mengue

CEO da EZ Commerce, plataforma de comércio eletrônico vencedora do Prêmio MercadoLivre de Empreendedorismo 2015, na categoria “Melhores Práticas em Tecnologia” – www.ezcommerce.com.br

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Como escolher os meios de pagamento em lojas virtuais?

Post-blog-Como escolher os meios de pagamento em lojas virtuais

Taxa de conversão. No fim das contas, o objetivo principal das estratégias de marketing digital é aumentar as vendas no e-commerce. Nesse caso, não se pode descuidar de um só detalhe, e as formas de pagamento em lojas virtuais entram nessa lista de critérios. Isso porque a limitação delas influencia, consideravelmente, na conduta do consumidor.

Quer saber mais a respeito de como escolher da melhor forma os meios de pagamento em lojas virtuais? Então continue a leitura e confira!

1. Entenda a importância da oferta


Se a estrutura de seu comércio eletrônico oferece imagens de qualidade, descrição detalhada dos produtos e checkout inteligente, então tenha a certeza de que você segue no fluxo correto. Mesmo assim, é importante manter a atenção nas opções de pagamento, pois, se essas forem limitadas, o risco de os processos serem afetados é grande.

Quando você disponibiliza para o público outras alternativas, além do cartão de crédito, nas entrelinhas, a informação passada é a de que o seu negócio está preparado para atender quem quer que seja. Afinal de contas, trata-se de uma atitude que facilita a vida do comprador, agiliza o pagamento e ainda soma pontos na experiência do cliente. Ou seja, isso também tem a ver com conversão.

2. Conheça as alternativas de pagamento


No que diz respeito às formas de pagamento em lojas virtuais, é possível encontrar diversas alternativas, como cartão de crédito, boleto bancário, depósito em conta, débito on-line e intermediadores. O cartão de crédito ainda é o “queridinho” dos consumidores, já que em mais de 70% dos casos ele é o escolhido para finalizar uma compra.

Apesar disso, o boleto bancário surge na segunda posição, por suprir as expectativas de clientes que ainda desconfiam das transações de compra e venda on-line, não contam com limite necessário ou não possuem cartão de crédito.

Nos últimos meses, o débito on-line vem se destacando na terceira posição, pois o cliente tem a chance de concretizar a compra por meio de transferências entre contas. Algumas lojas até oferecem o depósito bancário como alternativa. Agora, se você quer disponibilizar uma melhor estrutura de pagamento, os intermediadores também não ficam atrás.

3. Avalie os prós e contras de cada uma delas


Quando se trata de e-commerce, o abandono do carrinho é um tema que exige cuidado. E as formas de pagamento podem impactar, sobremaneira, nas escolhas dos clientes. Vejamos os benefícios e desvantagens de cada uma das alternativas de pagamento:

Cartão de crédito


Se você quer vender mais, então esse é o tipo de oferta que não pode faltar. Afinal, esse modelo ainda é o número um quando se trata de compra, sobretudo em lojas virtuais. Como informado, o cartão de crédito facilita, agiliza e ainda melhora a experiência do cliente em seu site. Além disso, o pagamento pode ser parcelado, não é preciso pagar taxa como no boleto bancário, a compensação é automática, e o risco de desistência é bem menor.

Os benefícios são tentadores, mas os empecilhos também existem. A facilidade encontrada pelo cliente na hora de pagar não é a mesma quando você contrata esse tipo de serviço, pois o processo, além de lento, é burocrático. Outro ponto que pesa se concentra no repasse do dinheiro, uma vez que as operadoras levam de 15 a 30 dias para te entregar o valor pago pelo cliente.

O CNPJ é uma condição obrigatória. Ou seja, se você quer contratar uma operadora, não pode simplesmente informar o CPF. E a integração da plataforma com uma intermediadora implica na contratação de um módulo ou gateway de pagamento.

Boleto bancário


Esse é um método que não deve ser descartado, pelo menos por enquanto, pois oferece mais segurança, principalmente para aquele cliente mais desconfiado. Apesar da taxa adicional, o custo não chega a ser exorbitante. Além disso, com o boleto, o cliente recebe desconto e empresas de qualquer porte podem contar com esse sistema. Ou seja, algo bem atrativo.

No entanto, a constatação referente ao pagamento acaba sendo um “gol contra”, pois leva de dois a cinco dias úteis para a confirmação. Mas o problema vem antes disso, porque o cliente pode simplesmente não imprimir o boleto e desistir da compra no dia seguinte.

Débito on-line


Cada vez mais comum, as transferências entre contas vêm ganhando adeptos, pois a compensação também é rápida e automática. O consumidor não precisa se preocupar em ter que imprimir um boleto e você não corre tanto risco de o cliente desistir. Ou seja, é como o efeito que o cartão de crédito costuma produzir: comodidade, conforto, agilidade e facilidade.

Com o débito on-line, o desconto nas compras acaba sendo maior quando comparado com o do boleto e isso também se torna um ponto de atração. Sem contar que a tarifa paga ao banco, por cada concretização de venda, é interessante: varia entre R$ 0,30 e R$ 0,50, contra R$ 1, aproximadamente, da taxa gerada por boleto bancário.

Mas como nem tudo são flores, essa metodologia também leva a desconfianças. Não é todo mundo que curte a ideia de transferir dinheiro para contas de lojas virtuais.

Depósito bancário


Essa é outra alternativa que você pode oferecer, pois o desconto nas compras é considerável e não é preciso imprimir nada. Basta anotar o número da conta e agência a fim de efetuar o pagamento. Daí, o consumidor pode tanto escolher realizar a transferência (débito on-line), depositar no caixa eletrônico ou direto com o atendente do banco. Mas, aí, entram em cena os parâmetros negativos semelhantes aos do boleto bancário.

Intermediadores


Nesse caso, você contrata uma plataforma especializada para desempenhar esse tipo de atividade, sem a necessidade de CNPJ. Além disso, o checkout é inteligente e a responsabilidade de compras efetuadas com cartões clonados ou roubados cai na conta do intermediador. Por isso, empresas desse tipo contam com um sistema de detecção de fraudes.

Os intermediadores acabam sendo interessantes para os clientes que têm o hábito de comprar pela internet, pois, na maioria das vezes, eles já possuem um cadastro nessas operadoras. Ou seja, facilita a transação de compra e venda. Isso sem contar que muitas delas não cobram taxa de adesão.

A desvantagem está no percentual cobrado por esses moderadores, que nem sempre é fixo e a variação pode superar 8%, dependendo da plataforma. Vale ressaltar que, se você optar por receber o valor à vista, de uma compra parcelada, a taxação é maior. E a liberação do pagamento ocorre no prazo entre 15 e 30 dias.

4. Considere o easy checkout no pagamento de lojas virtuais


Hoje em dia, as pessoas são “bombardeadas” com informações de todos os lados. E você vai concordar que nem sempre é possível filtrar tudo isso, certo? Então, por que complicar, justamente, no fechamento da venda?

O easy checkout é um método inteligente que te ajuda no alinhamento dos processos, proporcionado uma condição de site mais responsivo, seguro e capaz de gerar uma melhor experiência com o cliente.

O que esse sistema faz? Resumidamente, ele entrega os dados essenciais, de uma forma dinâmica e competente. Tudo referente ao cadastro, finalização da venda, atualização de dados, identificação automática, entre outros benefícios, entra nesse pacote.

Ampliar a cartela de opções é uma tarefa que exige atenção, porque você precisa atender às necessidades do público, levando em consideração as vantagens e desvantagens de cada uma dessas formas de pagamento em lojas virtuais. Por isso, saber tirar proveito dessas alternativas é o que há. Mesmo que, para isso, seja preciso assumir alguns riscos.

Quer melhorar os processos de seu comércio eletrônico, deixando tudo mais enxuto e eficaz? Veja como o easy checkout pode ajudar!

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Easy Checkout: aumente a conversão das suas vendas

Post-blog-Easy Checkout transforme visitas em conversões para o e-commerce


Todo dono de e-commerce busca diariamente atingir a excelência no mercado e, como consequência alcançar as melhores taxas de conversão para o seu negócio. No entanto, a tarefa de converter visitantes em compradores é considerada para muitos como um dos maiores desafios enfrentados no varejo online.

Algumas lojas virtuais nos Estados Unidos, por exemplo, têm taxas de conversão bastante altas, como Woman Within com 25,3% e Blair.com com 20,4%. Mas, no Brasil, esse cenário é bem diferente. Segundo uma pesquisa da Experian Hitwise, a taxa média de conversão de visitas em compras no e-commerce brasileiro é 1,65% e a grande maioria dos usuários desiste da compra na hora do pagamento.

Então, você deve estar se perguntando, por que isso acontece? E, principalmente, o que fazer para mudar essa situação? A nossa dica é simples, mas dividida em três passos:

    1. Conheça o perfil dos seus consumidores

    2. Otimize o fluxo de pagamento da sua e-loja

    3. Invista em soluções para potencializar a conversão e as vendas da sua empresa


Estratégias para diminuir o abandono de carrinho


Facilitar a jornada do consumidor dentro de sua e-loja pode aumentar as chances de finalização de uma compra (e gerar maiores lucros para a sua loja virtual). Portanto, em primeiro lugar, é preciso entender os motivos pelos quais algumas pessoas entram no seu e-commerce e saem sem comprar nada, ou seja, por que elas abandonam o carrinho de compras?

Para fazer isso de forma eficiente é necessário saber quais são os clientes em potencial, identificar os diferentes perfis de consumidor que interagem com a sua loja virtual e, a partir disso, demonstrar que você conhece o seu público, agindo de forma efetiva realizar ofertas e ações direcionadas.

Ao utilizar a plataforma da EZ Commerce, por exemplo, é possível por meio das soluções da Yourviews ter um feedback dos clientes sobre a loja e os produtos, além de conhecer melhor o perfil dos consumidores.

Você pode com perguntas simples e diretas sobre os seus produtos entender o consumidor, receber um retorno e exibir esse comentário na página do produto, incentivando e informando futuros compradores, entre outras vantagens. Assim, é possível envolver os visitantes certos, diminuir o abandono de carrinho e aumentar as suas e taxas de conversão.

Transforme visitas em conversões


Agora que você já sabe o perfil e as intenções dos clientes ao ingressar na sua e-loja é importante traçar as melhores estratégias de venda e conversão. Para que o consumidor sinta interesse em seguir a sequência de sucesso: “interagir, comprar e retornar”, o seu e-commerce precisa oferecer segurança e boas condições de pagamento.

Ao entrar no site de compras da sua marca tanto o consumidor que está pela primeira vez interagindo com a sua loja virtual como aquele que já finalizou diversas compras deve receber o melhor atendimento e ter uma boa experiência. Pensando nisso, a EZ oferece o Easy Checkout, um recurso que quando integrado a sua plataforma de e-commerce permite que em apenas uma tela seja feito o cadastro e o checkout, apresentando ao cliente um processo de compra otimizado, deixando claro que na próxima etapa ele já pode finalizar a compra.

Assim, você facilita a jornada do consumidor na sua e-loja e oferece a ele a opção de avaliar o valor total da possível compra, além de mostrar as condições de pagamentos disponíveis (por isso, lembre-se: oferecer diferentes formas de pagamento pode conquistar ainda mais o consumidor).

Podemos dizer, então, que usabilidade é a palavra chave para que os clientes tenham uma experiência positiva. E, é por esse motivo que a sua plataforma precisa contar com recursos para manter o consumidor sempre bem localizado dentro do seu site. A EZ oferece o histórico de navegação, nuvem de palavras, topo deslizante que acompanha o scroll, permite que o cliente arraste produtos para o carrinho e compre direto na listagem, além de fazer o checkout sem pontos de fuga, permitindo que o cliente faça a identificação automática de login.

Ou seja, o fluxo de compras da plataforma da EZ é desenvolvido para aumentar a conversão e criar uma experiência diferenciada para o usuário, aumentando consideravelmente as chances de o cliente finalizar a compra. Aliado a isso está a opção do Easy Checkout, que simplifica e minimiza o passo a passo do consumidor até chegar ao final do processo de compra.

Ofereça uma experiência positiva ao consumidor


Otimizar a experiência do usuário enquanto ele está trafegando pelo site de compras da sua empresa é a arma de qualquer negócio, pois, como já vimos, isso gera grande impacto nas métricas de conversão do e-commerce. Confira o que pode melhorar para o e-consumer:

    1. Finalizar uma compra em poucos cliques

    2. Diminui o tempo no momento do cadastro e login

    3. Evita o preenchimento do mesmo cadastro duas vezes

    4. Aumenta a segurança na jornada de compra

Em suma, ao investir em recursos e funcionalidades que potencializam suas conversões, como o Easy Checkout, você oferece as melhores condições de navegação para o consumidor.

Porém, existem aqueles que, mesmo assim, encontram algum defeito no processo e desistem da compra ou simplesmente decidem não finaliza-la, por isso, a EZ oferece a opção do recuperador de carrinho abandonado. Com ela você pode notificar seus clientes sobre uma compra não finalizada, possibilitando que ele retorne para efetivar a compra. Além desse benefício, também é possível oferecer um cupom desconto para motivar ainda mais seu consumidor.

Enfim, o seu e-commerce deve estar preparada para atrair clientes em potencial e transformá-los em consumidores fiéis. Utilize recursos e soluções como o Easy Checkout do grupo DCG, potencialize a conversão da sua empresa e aumente suas vendas.

Saiba mais sobre esse recurso por meio do site easycheckout.ezcommerce.com.br Contate a EZ e melhore a experiência do seu consumidor!

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6 motivos para integrar o seu e-commerce a marketplaces

Post-blog-6 motivos para integrar o seu e-commerce a marketplaces


Para o varejista virtual que deseja ampliar os negócios e dar mais visibilidade aos produtos do seu e-commerce, o primeiro passo rumo ao sucesso está em investir na venda por marketplace. Essa prática conquista cada vez mais o coração dos lojistas devido às inúmeras vantagens da integração e a internet é responsável por uma grande parcela disso. A partir dos seus avanços, ampliou possibilidades existentes dentro de um mercado comercial que ainda está sendo desvendado pelos brasileiros. Nessa história, os marketplaces vieram com tudo e se tornaram os novos shoppings, neste caso virtuais, que, assim como os tradicionais, recebem milhares de pessoas diariamente.

Os donos de pequenos e-commerces são os maiores beneficiados nesse tipo de negociação. De cara podem melhorar o faturamento por meio da visibilidade oferecida pela plataforma e usufruir das vantagens de estar ainda mais exposto na web. A responsabilidade do gestor nessas horas aumenta. Ele deve administrar com mais cuidado, pois além de continuar vendendo os produtos no seu próprio e-commerce, deve controlar e acompanhar a logística do marketplace em que está inserido.

Os consumidores, ao encontrarem em um único ambiente diferentes produtos de diversas marcas, podem comparar os preços e escolher o que melhor se encaixa no seu bolso. Se formos comparar essa tendência com o que acontece dentro de um e-commerce que se desenvolve no mercado pelas próprias pernas, conseguimos entender o motivo de existir um maior número de pessoas trafegando pelos marketplaces.

Esse volume não tem importância somente pela quantidade (a partir da lógica “quanto mais pessoas, maior pode ser o número de conversão em vendas”), mas também pela qualidade, ou seja, pela oportunidade que a sua e-loja tem de construir um relacionamento positivo com os mais diversos perfis de consumidores.

E-commerce integrado ao marketplace: uma oportunidade de negócio rentável


Uma das principais razões para a aposta na integração do seu e-commerce a um marketplace está na oportunidade de gerar maiores lucros. Ter uma loja solitária no ambiente digital requer um bom investimento inicial por parte do empreendedor, que precisa manter a competitividade da marca no mercado por meio de campanhas de marketing e promoções.

Muitas vezes, o retorno sobre o investimento mensal não consegue suprir as despesas gastas para a loja manter-se competitiva, ter visibilidade e conquistar novos clientes. Mas esse é apenas um dos diversos motivos que podem convencer você a integrar o seu negócio nos grandes mercados digitais. Portanto, convidamos você a conferir outros 6 motivos que estão diretamente ligados às vantagens da integração com os marketplaces:


1. Escolha a melhor plataforma de integração


Com a sua marca vinculada aos principais marketplaces do mercado, é possível ter êxito, e um dos aspectos fundamentais é escolher a melhor plataforma de integração. Na DCG, existe o Octopus, plataforma que permite a integração da sua loja virtual com diferentes marketplaces ao mesmo tempo, gerenciados de maneira personalizada em um único painel. O Octopus objetiva descomplicar a sua vida e ajudar a vender ainda mais, possibilitando integrar os melhores ERPs e CRMs à sua loja, ou até diretamente com os marketplaces que você preferir – e tudo com administração dedicada direto na plataforma sem necessidade de softwares adicionais. Ele poupa tempo de cadastro, mantém o estoque atualizado e integrado e, além disso, permite o gerenciamento de preços, notas ficais, código de rastreio, status e mais em um único sistema.

Outra vantagem é um modelo de anúncio diferenciado, por meio do sistema de Custo Por Aquisição (CPA). Assim, aqueles e-commerces que antes investiam grande parte da renda em campanhas sem receber retorno, agora conseguem chamar a atenção dos consumidores sem investir qualquer valor até que uma venda ocorra, ou seja, você paga uma taxa com a garantia de um pedido realizado. Isso garante que você explore ao máximo o potencial de cada uma das vitrines em que deseja anunciar, sem assumir o risco de campanhas mal-sucedidas ou pedidos incertos, evitando uma série de riscos para o seu negócio.


2. Visibilidade


Ao integrar a sua loja virtual no mercado dos marketplaces é possível atingir maior número de clientes devido à maior visibilidade que a exposição no grande varejo proporciona às lojas virtuais. Esses espaços são conhecidos por agrupar diversos consumidores dos mais variados perfis. São milhares de clientes conectados nas Americanas.com ou no Submarino, por exemplo, e (dependendo do seu nicho, é claro) eles podem ser a solução para os períodos em que as vendas estão em baixa ou para enfrentar qualquer crise econômica.

Por isso, acredite: estar no campo de visão dos e-consumers pode levar a sua loja a conquistar novos clientes e avançar no campo da competitividade.


3. Aumento do faturamento


A integração com marketplaces oferece aos varejistas inúmeros benefícios, entre eles a possibilidade de oferecer os seus produtos a um maior número de pessoas. Essa visibilidade aliada a melhores investimentos faz com que mais clientes, de diferentes perfis, conheçam a sua e-loja e se interessem pela marca, aumentando o número de compras finalizadas e a taxa de conversão do seu negócio. Neste mesmo contexto, aqueles e-consumers que antes sequer sabiam da sua existência no ambiente online podem construir uma relação de proximidade com a marca e tornarem-se clientes fiéis. Esta atitude leva ao aumento do ticket médio dos clientes e, consequentemente, ao aumento do faturamento da empresa.


4. Formas de pagamento variadas


Com apenas alguns cliques, o consumidor consegue finalizar uma compra em um marketplace. Sabemos que isso soa como se não fosse possível. Porém, existem plataformas como a Octopus da DCG que permite ao cliente realizar uma compra no marketplace e fazer o pagamento do produto de forma única, ainda que a mesma envolva mais de um vendedor.

Para o consumidor, com absoluta certeza, esse é o melhor negócio. Ao interagir com a sua marca ele deseja ser bem atendido com soluções ágeis. Então, nada melhor do que facilitar a vida do cliente na hora do pagamento. Assim, você pode evitar o abandono de carrinhos e potencializar o número de conversões da sua loja, gerando novas oportunidades de negócio.


5. Personalização estratégica auxilia na gestão


As plataformas de e-commerce que permitem uma integração de maneira prática, com recursos eficazes, facilitam a gestão nas mais variadas situações. Um exemplo que conquista todo varejista é realizar a gestão de catálogos de forma independente, ou seja, a possiblidade de definir a melhor estratégia comercial de acordo com o perfil do marketplace escolhido e de seus consumidores anunciando produtos específicos para cada um deles.

O Octopus, por exemplo, permite que você cadastre os produtos e, por meio da plataforma, selecione quais serão anunciados em cada uma das vitrines. Assim, é possível direcionar estratégias e colocar em evidência os produtos que mais se encaixam com o perfil do marketplace.


6. Ampliação do seu negócio


Com o seu e-commerce integrado a diferentes marketplaces, diversas mudanças podem ocorrer nas estratégias do seu negócio. É preciso acompanhar o crescimento da sua e-loja no mercado e estar preparado para as novas interações. Aquele produto que antes chegava a um pequeno número de pessoas agora atinge diversos consumidores e o planejamento de venda do seu e-commerce deve ser construído de acordo com o formato e as políticas dos marketplaces. Mesmo que os artigos colocados à venda sejam os mesmos, a partir da integração o público alvo é muito maior, exigindo da marca ainda mais conhecimento de mercado. Portanto, atualize-se sempre sobre as tendências para saber quais são as melhores apostas para a sua empresa.

Neste caso, o Octopus permite que a sua empresa cresça cada vez mais e amplie o leque de possibilidades de venda e interação com novos consumidores. Totalmente integrável ao EZ Commerce e ao Core, ele faz o controle da interação com cada marketplace escolhido de um único lugar. Portanto, não fique de fora desse universo de possibilidades para o seu negócio.

Para saber mais sobre o Octopus acesse: www.octopus.place

Agora, se você é cliente EZ, saiba como incluir o Octopus nas suas soluções: www.ezcommerce.com.br/marketplaces

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Big Data e Small Data são tendências do varejo

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A transformação de dados em informações úteis e em resultados é uma das operações mais valiosas para o lojista moderno. Para as mais diversas marcas o volume de informações gerado pelos consumidores a cada dia pode servir para a construção de inúmeros insights estratégicos. Sendo assim, as principais metas da sua e-loja devem sempre girar em torno dos clientes e da análise de dados. Porém, o sucesso só chega quando essas ações são realizadas com expertise e excelência.

Captar, analisar e transformar informações em resultados positivos é o que acontece quando se aplica os conceitos de Small Data e Big Data. Eles se enquadram exatamente neste cenário de organização de dados e estão entre as tendências do varejo para 2017, ou seja, podem (e devem) servir como o diferencial do seu negócio e como aposta para atingir o topo do mercado.

No entanto, antes de aplicar esses conceitos, é importante que você leve em conta a quantidade de pessoas que trafegam pelo ambiente online diariamente. Segundo a Associação Brasileira de Comércio Eletrônico (ABComm), a tendência é que o e-commerce nacional cresça 12% em relação a 2016, ou seja, que avance dos R$ 53,4 bilhões faturados para R$ 59,9 bilhões ao final de 2017, além de registrar mais de 200 milhões de pedidos nas lojas virtuais, superando os 179 milhões realizados no último ano.

Então, se o número de pedidos realmente crescer da forma esperada, a possibilidade é que aumente também o número de pessoas interagindo com a sua loja virtual. Por esse motivo, é necessário estar preparado para enfrentar os novos desafios do varejo e, cada vez mais, apostar na transformação das intenções de cada um dos clientes em informações que levam à construção de ações eficazes para o seu negócio.

Diferenças entre Big Data e Small Data


O Big Data é um conceito que trabalha com a análise de um grande volume de dados gerados pelos consumidores online, ou seja, o foco está na quantidade (e não na qualidade das informações geradas). Esses dados normalmente estão na web e podem ser encontrados em diferentes fontes: CRM, ERP, nas redes sociais, entre outras. Por esse motivo, são chamados de não- estruturados, pois ao serem encontrados não estão prontos para gerar insights positivos para a empresa. Eles precisam ser agregados e analisados e, a partir disso, estarão aptos a serem transformados em informações úteis que auxiliem na gestão de uma empresa.

Já o Small Data tem como foco a qualidade dos detalhes, que podem estar no banco de dados de qualquer empresa. Ao serem encontrados, estão prontos para serem aplicados nas estratégias de gestão e relacionamento com o cliente. Ele permite que as empresas conheçam a fundo os seus consumidores, identificando características e intenções nas suas relações com a marca. Com isso, é possível que as demandas dos clientes sejam tratadas de maneira única e a eles seja oferecido exatamente aquilo que buscam.

Conheça a sua plataforma e transforme o seu e-commerce


Um e-commerce é sustentado por diversos pilares aliados às condições oferecidas pela plataforma adotada. Para ter o melhor atendimento é preciso que a plataforma ofereça opções de busca e pesquisa eficazes, que auxiliam o consumidor a encontrar os produtos ou serviços que procura de forma rápida.

Para conquistar (e fidelizar) o maior número de clientes e converter mais vendas, é importante que a sua loja virtual tenha diversas opções de pagamento disponíveis ao consumidor, assim ele nunca vai abandonar o carrinho por falta de opção na hora da finalização de uma compra.

E para construir estratégias de negócio produtivas, que atendam as expectativas dos clientes, é preciso saber se a sua plataforma de e-commerce, da mesma maneira que a da EZ Commerce, realiza integração via API.  Assim, você pode ter todas as informações centralizadas no seu ERP e não perderá tempo cadastrando duas vezes dados de um mesmo produto, além de encontrar de maneira mais fácil os dados gerados pelos clientes ao trafegarem pela sua loja.

Dessa forma, é possível potencializar o uso do Big Data e conciliá-lo a soluções em Small Data, gerando resultados que reúnem informações específicas sobre o perfil de cada cliente e aqueles dados que podem ser aplicados em estratégias de amplo impacto.

Big Data e Small Data: como revolucionar a relação com o cliente


O varejo online encontra-se entre os nichos de mercado que estão em constante mudança, principalmente por lidar com diferentes perfis de consumidores, livres para interagir com a sua loja virtual a qualquer momento. Porém, para agir em qualquer situação de maneira eficaz e oferecer aos consumidores o que eles procuram: resolver as suas questões e ter as melhores condições de compra, você precisa conhecer melhor os clientes.

Ao adotar a prática do Big Data a sua empresa, além de coletar e analisar corretamente os dados, precisa saber como utilizar as informações geradas a favor do negócio. O cruzamento desses dados, na maior parte das vezes, é utilizado para auxiliar na gestão do seu e-commerce. Dessa forma, os gestores, a partir dos dados obtidos, constroem estratégias com base em informações qualificadas sobre o mercado, relacionadas às intenções dos consumidores ao interagirem com a sua marca.

Com o Small Data, não é muito diferente. A organização que atua em conjunto com esse conceito consegue identificar o comportamento dos mais diversos consumidores por ter acesso ao seu histórico de interação. Para conquistar o cliente de maneira efetiva, é preciso saber o momento certo para abordá-lo, enviando recomendações personalizadas ou até mesmo ofertas de produtos que estão de acordo com o seu perfil. Um exemplo de ação eficiente está em oferecer melhores experiências de compra aos consumidores que demonstraram entrar no seu e-commerce, mas nunca finalizaram uma compra.

Portanto, ao aplicar a inteligência do Small Data e do Big Data a sua empresa consegue agir em qualquer situação de forma eficiente, objetiva e rentável. Parece a operação ideal para o seu negócio, certo? Portanto, não hesite em aplicar esses conceitos e gerar ações e resultados positivos para a empresa.

Gostou deste post? Se você gostou e deseja conhecer as melhores soluções para o seu negócio virtual, entre em contato conosco!

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Loja virtual: saiba quando e como modernizar

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O ser humano sente uma necessidade constante de mudar. Essa inquietude faz parte da nossa essência, pois se tudo permanecesse igual nós simplesmente não teríamos evoluído ao longo dos milênios de existência. Já imaginou como seria viver nos dias de hoje, mas como os nossos ancestrais? Até mesmo a descoberta do fogo mudou o padrão de comportamento do homem, que passou a utilizá-lo ao seu favor.

Atualmente, a mudança continua fazendo parte de nossas vidas. No âmbito profissional, o que há pouco tempo era considerado praxe, hoje talvez não seja mais. Lembra do frete grátis no e-commerce? Raramente você o encontra presente em qualquer oferta. O mesmo vale para as próprias lojas virtuais, que precisam passar por mudanças constantes para agradar os novos padrões de consumo, como as compras via smartphones.

Muitos gestores de e-commerce têm dúvidas quanto ao momento certo para modernizar a loja virtual. Parando para pensar um pouco, há quanto tempo sua loja on-line encontra-se com o mesmo layout? Em relação às funcionalidades presentes no segmento, quais delas os seus concorrentes têm e você ainda não? Vale a pena a reflexão.

Continue a leitura deste post e saiba quando e como modernizar sua loja virtual.

Defina o momento certo


O primeiro ponto que temos que conversar é sobre a definição do momento certo para realizar essa modernização. Para clarear sua mente, antes temos que falar sobre os padrões de comportamento dos consumidores na internet. Você já percebeu o quanto eles mudaram nos últimos anos?

Vamos começar falando sobre o universo de pessoas conectadas no nosso país. Em 2016, mais de 50% dos lares brasileiros estavam conectados à internet. Considerando que a nossa população tem aproximadamente 200 milhões de pessoas, notamos que a quantidade delas que tem acesso à internet é muito grande e que esse número só tende a crescer. Se estamos vendo um boom na quantidade de pessoas conectadas, podemos concluir que isso impacta no total de consumidores on-line, não é verdade?

O relatório Webshoppers, feito por meio de uma parceria entre eBit e Buscapé Company, apontou que em 2015, 39,1 milhões de consumidores virtuais realizaram pelo menos uma compra naquele ano. Ainda em 2015, somente no mês de dezembro, 15% das vendas foram realizadas por meio de dispositivos móveis: smartphones e tablets. Quanto mais pessoas conectadas, mais consumidores on-line o e-commerce terá.

Isso pode parecer muito óbvio, mas existe um detalhe que pode ter passado despercebido em meio aos dados apresentados: as compras feitas por meio de dispositivos móveis. O seu site está preparado para essa demanda crescente? Você tem uma versão mobile ou responsiva dele? Esse é um dos motivos para que você considere a modernização da sua loja virtual.

O layout também deve passar por algumas transformações, pois além da necessidade que temos de ver coisas novas, as novidades tecnológicas acabam nos forçando a isso. Diariamente surgem novas oportunidades na internet, principalmente por meio de melhorias que facilitam não só a vida do consumidor, mas também a do gestor de e-commerce.

Se o layout da sua loja virtual estiver há mais de dois anos sem nenhuma mudança nas partes estéticas e funcionais, é hora de considerar uma modernização. Para isso, as tendências de mercado podem nortear suas escolhas. Fazer benchmarking na concorrência pode ser o primeiro passo, mas não esqueça de buscar mais informações juntamente ao seu público-alvo para saber quais são as necessidades dele no momento.

Outro aspecto que vai nortear sua decisão pelo momento certo de mudar a loja virtual encontra-se no planejamento da companhia. A empresa deseja crescer? Existe um processo de expansão? Quais são as metas que devem ser cumpridas? O crescimento de uma loja virtual está atrelado ao investimento em ações capazes de conquistar novos consumidores e manter a base atual fidelizada. Como fazer isso? Modernizando o seu comércio eletrônico.

Repense a plataforma


É impossível pensar em uma loja virtual sem considerar sua plataforma, não é verdade? Ela é basicamente o corpo e a alma do seu negócio, pois todas as transações, a base de clientes, os pedidos, o cadastro de produtos, as imagens e até o layout encontram-se ali. Se temos a necessidade de modernizar sua loja on-line, devemos começar repensando a plataforma.


Vamos falar sobre todos os recursos dela que devem ser revistos:


Formas avançadas de organização e gestão de produtos


O catálogo de produtos é o coração do seu e-commerce. Uma boa plataforma deve oferecer formas avançadas de organização e gestão de produtos, inclusive os kits. Eles podem ser agrupados por família, marca, fornecedores, avaliações de clientes, flags, tags e até associação de produtos para cross-selling, up-sell e garantia.

A plataforma também pode melhorar sua performance de vendas ao recomendar produtos com base no comportamento do consumidor (quem viu, viu também; quem comprou, comprou também). Essa sugestão de itens complementares é fundamental para que você consiga aumentar o volume de vendas. Quem compra um smartphone provavelmente quer também capinha e película, certo?

Sistema de pesquisa mais moderno


Outro recurso de uma plataforma que precisa ser revisto é o sistema de buscas. Ele precisa ser uma ferramenta poderosa de pesquisa. No que tange esse assunto, duas novidades merecem ser comentadas. A primeira é a pesquisa fonética integrada, em que o sistema de busca evita que termos procurados com grafia errada não retornem o resultado que o consumidor esteja esperando.

A segunda novidade no sistema de pesquisa é o searchandising. Com ele, é possível mudar prioridades ou dar relevância para determinado campo visando que o resultado da pesquisa esteja alinhado às necessidades da empresa. Se a prioridade é vender os itens mais novos, basta fazer um boost na data de lançamento para que esses produtos tenham mais relevância e figurem entre as primeiras opções apresentadas ao cliente.

Segmentação de clientes


Todos os seus clientes são iguais? Com toda a certeza não! Quando segmentamos nossos clientes, passamos a entendê-los. Uma segmentação inteligente pode ser feita com base no histórico de comportamento de navegação e compra de cada consumidor, pois esses dados são armazenados em uma base.

Gestão de ações promocionais


As ações promocionais podem ganhar um reforço profissional por meio de uma excelente plataforma para e-commerce que suporte promoções em produtos, desconto progressivo, programa de pontos, compre e ganhe, desconto no frete de entrega, desconto em determinados meios de pagamento, cupons de desconto, vale desconto, programa de fidelidade e outros mais.

Gestão profissional de SEO


Muitas lojas on-line são criadas negligenciando o envolvimento das técnicas e práticas do SEO, deixando essa parte somente para o fim do projeto. Espera-se que, em um passe de mágica, essa ação possa se converter em uma melhora no rankeamento do Google. O SEO não funciona dessa forma, pois ele deve ser aplicado desde a primeira fase do desenvolvimento.

O gestor de e-commerce que tem como meta a maximização das vendas e das receitas precisa entender que o SEO tem uma importância crítica nesses resultados. Por esse motivo, deve-se contar com uma gestão profissional desde o início do projeto da loja virtual. Quando as táticas de SEO são aplicadas somente ao final do processo de desenvolvimento web, elas não permitem o alcance de altos rankings de busca orgânica.

A plataforma de e-commerce, ao ser repensada, deve oferecer as soluções como redirects para manter URLs na migração, meta tags, canonical, sitemaps, robots.txt, URLs amigáveis, microformats, templates para automatização de estratégia de SEO e importação de dados de SEO via planilha.

Modernização no visual da loja


Quando falamos em uma modernização no visual da loja, logo você pensa em trocar algumas cores e reposicionar sua mídia. Ok, mas isso não é tudo! Mudar o visual da loja abrange outros aspectos que são importantes, como a melhora na navegação do consumidor. Além de trocar as cores, certos elementos devem ser reposicionados para facilitar a usabilidade da sua loja virtual. Da mesma forma, é importante que seu comércio eletrônico ganhe uma versão mobile e permita que os consumidores que queiram comprar via smartphone consigam acessá-lo.

Check-out simplificado


Como está a taxa de abandono de carrinho da sua loja virtual? Geralmente essa é uma das taxas mais elevadas do e-commerce, de modo geral. Isso ocorre por diversos fatores: indecisão, navegabilidade ruim, valor do frete, meios de pagamento disponíveis, cadastro complicado ou longo demais, prazo de entrega, muitas etapas, entre outros.

Tenha em mente que o check-out deve ser simplificado. Ele precisa ser fácil de usar, proporcionando uma usabilidade quase que intuitiva. Esse espaço também deve reforçar a segurança, combinando campos de login que previnem o uso indevido dos dados por terceiros. As informações que estão ali devem ser claras para facilitar a compreensão do consumidor. Por fim, o design precisa ser responsivo, ou seja, adaptado aos mais diversos cenários de compra on-line. A experiência de uso deve ser sempre voltada para o aumento da conversão de vendas.

Análise eficaz de resultados para as decisões corretas


Você, gestor de e-commerce, sabe que o varejo não é para os fracos, não é verdade? Diante de uma concorrência tão voraz e ávida por vender, quem tiver mais informações relevantes sobre si e sobre o mercado automaticamente já estará um passo à frente dos demais.

Dados como clickstream analytics, comportamento de compra, insights, reports, segmentação de clientes e cluster devem ser coletados e armazenados, facilitando as tomadas de decisão do seu negócio.

Infraestrutura que suporta grandes volumes de vendas


Não adianta repensar na plataforma do e-commerce sem estar de olho no futuro. Se o seu objetivo é fazer com que a loja virtual cresça, escolha uma plataforma que tenha uma infraestrutura robusta, que suporte grandes volumes de vendas.

Ao optar por uma solução que ofereça os recursos citados anteriormente mas que não esteja preparada para volumes maiores de pedidos e acessos, você se verá obrigado a fazer uma nova escolha no futuro. Não é o que você deseja, certo?

Melhore a fidelização de clientes


Você, gestor de e-commerce, melhor do que ninguém, sabe como o cenário no varejo encontra-se competitivo. O setor comercial eletrônico, mesmo em tempos de crise, não para de crescer. Muitas lojas virtuais surgem com o desafio de abocanhar uma fatia do mercado e conquistar o consumidor. Isso só aumenta o desafio de fidelizar clientes, pois eles são convidados frequentemente a conhecer as soluções e os benefícios dos seus concorrentes.

Quando falamos em fidelização de clientes, pensamos automaticamente em maneiras de facilitar a experiência de compra deles, agilizar o processo de entrega ou ofertar produtos mais baratos. O fato é que esquecemos que essas medidas, sozinhas, não resultam no efeito esperado. É preciso mais, muito mais! O segredo por trás da fidelização de clientes está no atendimento, que não deve ser bom: ele precisa ser de excelência!

Priorize uma excelente recepção aos seus visitantes


Calma, não precisa pensar em um evento ou algo do tipo! Aqui a lógica é simples: você prefere muitos visitantes e uma baixa conversão ou um número mais modesto de visitas com uma maior quantidade de clientes fidelizados?

O investimento na atração de clientes é muito importante, mas atraí-los sem oferecer uma excelente recepção não gera o efeito que você deseja. O bom atendimento tem que ser oferecido assim que os visitantes chegam à sua loja, causando um impacto positivo e os deixando confortáveis para realizarem suas compras de modo confiante.

Disponibilize os canais certos para falar com o seu público


Se a loja é virtual, por que oferecer como única opção de canal de atendimento um número de telefone? Elimine a burocracia! Realize o atendimento via e-mail, chat, redes sociais e outros meios que permitam uma interação maior e mais facilitada entre o seu negócio e o consumidor.

Outra forma de atender com eficiência se dá por meio da automatização do atendimento referente aos assuntos mais comuns, reduzindo o custo de recursos humanos e garantindo respostas focadas no interesse do cliente.

Produza conteúdo de boa qualidade


Pode parecer que não, mas um conteúdo de boa qualidade ajuda bastante na fidelização de clientes. O cliente já está ali, na sua loja virtual. Ele já viu o preço do produto, provavelmente consultou os meios de pagamento e viu como é a sua política de frete. Se surgir alguma dúvida a respeito do produto, qual é o melhor ambiente para esclarecê-la? O seu, é óbvio!

O conteúdo de qualidade tem o poder de estimular a compra, zerar as dúvidas e convencer o consumidor de que ali existe o produto que ele tanto quer e/ou necessita. Invista em fotos de qualidade que mostrem os mais diversos ângulos dos produtos, vídeos que apresentam o produto sendo utilizado, títulos que resumem as funcionalidades de cada item e textos explicativos que valorizem benefícios e diferenciais.

Ofereça meios de pagamento diversificados


Quantas vezes você já deixou de consumir algo por causa de alguma restrição na forma de pagamento? Diversas vezes, não é verdade? Limitar os meios de pagamento é algo que repele o consumidor, pois ele está sempre em busca de soluções que se adaptem à própria realidade. Diversifique seus meios de pagamento para ter um poder maior de alcance e de fidelização de consumidores.

Evidencie o seu diferencial e ofereça benefícios


O que torna a sua loja virtual única? Evidencie esse e outros diferenciais para reforçar a imagem dela nas memórias dos seus visitantes e consumidores. Ofereça benefícios e vantagens aos seus clientes, demonstrando o quanto eles são importantes para o seu negócio.

Esteja presente e seja amigável nas redes sociais


As redes sociais são o grande ponto de encontro das pessoas na internet, portanto, sua loja on-line também deve se fazer presente nesse tipo de ambiente. Monte páginas oficiais e alimente-as frequentemente com conteúdo relevante, dando a devida atenção aos consumidores que queiram tirar dúvidas, pedir informações ou fazer críticas.

Preste atenção com a maneira como os seus perfis vão se comportar, pois eles precisam ser amigáveis com todos — independentemente de qualquer fator.

Faça uma gestão de estoque eficiente


O seu e-commerce pode ser de pequeno, médio ou grande porte, mas existe algo que você não pode deixar de fazer: uma gestão eficiente de estoque. Se sobram produtos ou faltam alguns deles, isso se transforma em um problema para sua empresa, em insatisfação para os consumidores e em um caos nas suas finanças.

Para alcançar resultados positivos na gestão de estoque do seu comércio eletrônico você precisará fazer um novo mapeamento da estratégia e direcionar toda a cadeia para os giros que considerem os aspectos previsíveis, como as sazonalidades e as novas exigências do mercado. Veja abaixo algumas dicas para melhorar a sua gestão de estoque:

Faça uma análise periódica da demanda


A análise periódica da demanda permite a identificação dos produtos que representam uma maior fatia das suas vendas. Isso faz com que eles estejam sempre disponíveis para seus consumidores, ou seja, estejam em estoque e prontos para serem vendidos. Esses produtos são os carros-chefe da sua loja virtual e impulsionam o crescimento do negócio como um todo.

Fique de olho nos picos de cada sazonalidade


As sazonalidades como o Dia das Mães, o Dia dos Pais, o Dia dos Namorados, o Dia das Crianças, a Black Friday e o Natal são importantíssimas para o seu comércio eletrônico.

Elas representam os períodos de maior demanda por produtos na internet, portanto, você não pode perdê-las. Faça um processo de compras planejado para não haver atrasos juntamente aos fornecedores e monitore constantemente sua operação.

Preveja atrasos e reajustes nas negociações com fornecedores


Uma cadeia de confiança deve ser estabelecida para evitar o risco de haver ruptura de mercadorias, ou seja, a falta de produtos na loja durante a intenção de compra dos consumidores. Os pedidos devem ser feitos em tempo hábil para que isso não impacte diretamente no índice de satisfação do cliente.

Não esqueça dos itens básicos


Por mais que uma fatia maior de consumidores esteja interessada naqueles produtos que são os seus carros-chefe, você jamais deve esquecer dos itens básicos. Em e-commerces de moda, por exemplo, as camisetas brancas e as calças jeans básicas são bastante procuradas. O mesmo acontece em qualquer segmento.

Integre toda sua operação


Assim como há o controle de estoque, existem também outros mais como o de vendas. Por que não os unir? As vantagens são imensas, como saber quais são os produtos que têm maior e menor saída, a frequência que cada item deve ser reposto e até a melhor maneira de organizá-los no espaço físico para facilitar a manipulação do time de separação e embalagem.

Supere os seus concorrentes


Diferentemente de uma loja física, a virtual acaba tendo concorrentes em todo o mundo. Para sobreviver nesse mercado altamente competitivo, você precisa entender os seus concorrentes para conseguir estabelecer as estratégias que vão levá-lo ao sucesso.

O primeiro passo está na definição deles, ou seja: quem são os seus concorrentes? Apesar de achar que são as lojas que fazem parte do mesmo nicho que o seu, isso não é uma verdade absoluta.

Analise com cautela até mesmo as grandes lojas de departamento, pois elas podem oferecer soluções tão boas ou melhores que as suas. Entenda como os seus concorrentes trabalham e analise como é feito o processo de compra deles até fechar o carrinho. Jamais entre em guerras de preço e supere isso estabelecendo uma vantagem competitiva que pode ser por meio de benefícios, diferenciais ou até um atendimento de excelência.

O mais importante é oferecer ao seu cliente algo que os demais não oferecem. Para isso, jamais copie o que os concorrentes estão fazendo. Faça melhor! Seja sempre criativo, proativo e crie novos parâmetros para que o mercado passe a enxergar o seu negócio como referência.

Invista em uma plataforma Omni-Channel


A modernização da loja virtual inclui outro ponto que precisamos abordar: o fato dos clientes estarem presentes em todos os canais. Eles fazem compras via smartphone, após lerem um e-mail marketing, nas redes sociais, por telefone e por incontáveis outras maneiras. Para lidar com essa demanda, é essencial ter uma plataforma que ofereça a experiência Omni-Channel.

Unificar o digital e o físico leva ao consumidor uma nova forma de comprar, mais adequada às suas necessidades e expectativas. Digamos que o seu cliente queira um produto da sua loja virtual, mas o prazo infelizmente não está de acordo com o que ele precisa. Por meio da experiência Omni-Channel, ele pode escolher o produto no site e retirar na loja mais próxima da residência dele.

Os estoques dos canais físicos e virtuais passam a ser um só, facilitando bastante sua gestão. As estruturas podem ser utilizadas como pontos de retirada, o que reduz o frete e agrega mais valor aos serviços oferecidos para o consumidor. Esse tipo de experiência tem outros benefícios, como a facilitação de processos que envolvem retornos, devoluções e logística reversa.

A palavra mudança traz consigo, em e-commerce, o desejo de inovar, de buscar pelas melhores soluções para que as necessidades da empresa sejam atendidas e ela se torne cada vez maior e mais presente no segmento em que atua. Conforme vimos, a modernização de uma loja virtual vai muito além do layout, ou seja, da aparência que o comércio eletrônico tem.

Alcançar o sucesso, suprir necessidades e superar expectativas são metas que dependem de muito trabalho, mas que podem contar com uma ajuda quando a plataforma de e-commerce já entrega as soluções que você precisa. Se você identificou que chegou o momento certo de fazer um upgrade na sua loja virtual, escolha os melhores parceiros para enfrentarem juntos essa batalha.

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Como calcular fretes em e-commerce?

Post-blog-Como calcular fretes em e-commerce

Se você é dono ou gerente de um e-commerce, com certeza já se deparou com o desafio que é o cálculo e a precificação do frete. Afinal, é necessário não só optar por um envio rápido e seguro, mas também estar atento aos custos que envolvem essa etapa da venda.

Além disso, o valor do frete pode acarretar em ainda outro problema para quem tem loja virtual: o abandono do “carrinho de compras”. Isso acontece quando o cliente passa um bom tempo selecionando produtos, mas, por algum motivo, não finaliza a compra.

Geralmente, quando o cliente não fica satisfeito com a combinação do valor do produto com o frete cobrado, é comum que ele vá atrás dos seus concorrentes por um é menor.

Então, para evitar isso, surgiram algumas estratégias para se calcular fretes em e-commerce. Continue a leitura deste post e descubra como acabar com seus carrinhos abandonados!

Como funciona o envio para e-commerce?


Basicamente, o envio de produtos adquiridos em lojas virtuais pode ser realizado de duas maneiras. A primeira, e mais simples, é o lojista levar o produto até uma agência dos Correios e realizar a postagem direto para o endereço do cliente.

Nesse caso, o custo envolvido será o da própria postagem, a ser paga aos Correios. Além das despesas que envolvem o deslocamento até a agência, que podem envolver pessoal — como um motoboy, por exemplo — ou combustível.

Se o seu e-commerce tiver um grande fluxo diário de compras, talvez essa não seja a melhor opção, pois os custos de deslocamento para postagem, provavelmente, não compensarão.

A outra maneira de se enviar os produtos é por meio de empresas de logística — opção adotada pela maioria das grandes lojas virtuais do Brasil. Nesse caso, um veículo da empresa passará no seu estoque, em horários preestabelecidos, e recolherá as encomendas já com o destino final do cliente.

Como calcular fretes em e-commerce?


Levando em consideração as opções disponíveis, determinar o valor do frete é uma tarefa semelhante ao cálculo do envio de qualquer encomenda. Para os Correios, esse valor varia de acordo com o peso e as dimensões do produto, prevalecendo para o cálculo a característica que for maior.

Outra variável importante para descobrir o valor do frete é o CEP de destino. Dentro dos Correios, isso é feito de maneira automatizada, de acordo com uma tabela predefinida.

E, no seu e-commerce, esse cálculo deve ser apresentado para o comprador de maneira automática. Dessa forma, o sistema utilizado vai calcular o frete de acordo com as dimensões do produto e o endereço de destino.

No caso da escolha do envio via Correios, integrar esse sistema ao seu e-commerce garante o cálculo automático de acordo com o cruzamento das informações de CEP e características do produto.

Como tornar o frete mais atraente?


Na hora de analisar qual é a melhor alternativa de precificação do frete, é possível seguir por alguns caminhos, considerando os preços praticados no mercado, os seus custos e até mesmo a oferta de frete gratuito.

Cada um deles possui vantagens e desvantagens, portanto, cabe a você definir qual estratégia se encaixa melhor no seu e-commerce.

1. Custo real


De fato, oferecer o frete a partir do custo real de envio é a alternativa mais simples e transparente.

Ao escolher essa opção, o frete cobrado do comprador envolverá todos os custos envolvidos no envio. Assim, o e-commerce deverá basear o preço cobrado na tabela da transportadora (ou Correios), bem como nos custos de pessoal e material.

2. Custo de mercado


Nessa modalidade de cálculo o valor do frete é definido de acordo com uma pesquisa sobre os preços praticados pelas lojas concorrentes.

Assim, a diferença desse custo para o custo real será sempre de responsabilidade do e-commerce. Então, é importante verificar se adotar uma estratégia como essa não trará grandes impactos para seu negócio.

E uma das vantagens de se adotar o custo de mercado no cálculo do frete é a possibilidade de barganhar custos com seus fornecedores, já que você estará se valendo de um valor médio. Lembre-se apenas de analisar o impacto no seu caixa quando você resolver assumir esse custo.

3. Frete grátis para compras acima de um determinado valor


Oferecer um frete grátis caso o comprador realize uma compra de determinado valor também é uma ótima maneira de aumentar o ticket médio do seu e-commerce.

Grosso modo, essa é uma tática muito eficaz para diminuir as taxas de abandono de carrinho, bem como um belo incentivo para que seus clientes façam compras mais substanciais.

Contudo, é importante ressaltar que essa estratégia depende muito do valor do seu ticket médio. Se ele for baixo, dificilmente você conseguirá assumir o custo do frete.

4. Frete grátis para alguns produtos


Essa tática é simples. Assim como a tática anterior, oferecer um frete grátis para determinados produtos também é uma ótima forma de limpar o estoque.

E ainda pode ser uma estratégia interessante caso você queira dar destaque a um item específico que pretenda vender mais.

5. Frete grátis para regiões


Sem dúvida, essa é uma ótima estratégia para fortalecer seu e-commerce em uma determinada região geográfica. Para isso, pesquise os locais de menor custo de envio e ofereça o frete gratuito como uma maneira de incrementar suas vendas.

6. Ações promocionais de frete gratuito


Por fim, a oferta de envio gratuito ainda pode ser uma ótima maneira de incrementar vendas em períodos de baixa procura ou, ainda, ativar os leads criados após épocas de pico.

Inclusive, algumas outras estratégias podem ser adotadas para diminuir o peso do frete para seus clientes.

Oferecer a opção de retirada em espaço físico, por exemplo, é uma ótima maneira de diminuir os custos com o frete para envios locais. E, caso seu espaço físico seja uma loja, isso possibilita que o comprador ainda realize novas aquisições.

Além disso, é importante manter sempre a transparência; uma característica essencial para qualquer e-commerce de sucesso.

Lembre-se de oferecer a possibilidade de acompanhamento da encomenda para seus clientes — no caso dos Correios, o código de rastreamento —, além de deixar claro como e por qual empresa os produtos são enviados.

E aí, gostou do post? Se você gostou deste conteúdo e acha que ele foi útil, que tal curtir a nossa página no Facebook? Assim, você ficará por dentro de todos os conteúdos publicados no nosso blog!

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7 vantagens da automação de marketing para e-commerce

Post-blog-7 vantagens da automação de marketing para e-commerce

As estratégias de marketing para e-commerce têm crescido a cada dia, mas o que mais tem despertado a atenção dos empresários é a automação de marketing. Essa tecnologia é usada em soluções simples e recorrentes no trabalho de captação, nutrição e conversão de leads. É um sistema que ajuda a poupar tempo, recursos, trabalho e dinheiro. É o fim das ações repetitivas feitas manualmente: com a automação, é possível deixar tudo programado no sistema!

A automação do marketing para e-commerce pode trazer mais organização, produtividade e, principalmente, mais resultados. Tarefas como o envio de e-mails recorrentes são feitas de forma programada e com direcionamento ao público específico determinado por você.

Além disso, é possível trabalhar com o acionamento do sistema de acordo com o comportamento do usuário no seu site. Pense na situação de um visitante que colocou um produto no carrinho, mas o abandonou. A automação reconhece esse comportamento e manda um lembrete ao usuário! Quer saber mais sobre o assunto? Continue a leitura!

Como funciona a automação de marketing para e-commerce?


Quando um usuário entra no seu e-commerce, a ferramenta de automação capta os dados de todo o processo de venda que foi feito pelo possível cliente, como as páginas pelas quais ele passou, por exemplo. Assim, você sabe o que mais interessou a ele, mesmo que ele não tenha sido convertido.

Com essas informações no sistema, sua equipe de vendas consegue analisar aspectos importantes quanto ao comportamento e interesse do consumidor, como a forma de chegada ao seu site, o tipo de compra e os clientes mais recorrentes. Dessa forma, é possível criar um perfil de cliente da sua empresa e planejar campanhas mais personalizadas de marketing no futuro.

Como o sistema armazena esses dados de cada cliente convertido, é possível programar para que ele receba campanhas de e-mail marketing mais específicas, que estejam de acordo com seus interesses.

Quais são as vantagens da automação de marketing para e-commerce?


Confira os principais motivos para adotar um sistema de automação no seu e-commerce agora mesmo!


1. Nutrição de leads


Nem todos os visitantes do seu e-commerce fecham uma compra na primeira visita, e é aí que entra a automação de marketing. Por algum motivo, esse visitante não estava pretendendo efetuar uma compra (poderia estar apenas fazendo uma pesquisa inicial, por exemplo), ou algo na sua loja o impediu de concretizar a compra.

Os fatores podem ser vários: preço alto, condições de pagamento, insegurança em relação à sua loja etc. Por isso, é importante gerar e nutrir esses leads com conteúdos a respeito do produto pelo qual ele se interessou, oferecendo descontos exclusivos e conteúdo que gere confiança na empresa.

2. Atualização de campanhas


Como a automação de marketing gera relatórios com informações completas sobre o comportamento dos consumidores e as conversões, é possível acompanhar o desempenho de suas campanhas. Afinal, o que funciona hoje pode não gerar os mesmos resultados depois de alguns meses.

3. Melhor aproveitamento de tempo


Sabemos que nem todo visitante do seu site se torna um lead, bem como nem todo lead se torna um cliente. Mas todo cliente um dia foi lead, então é importante dar o máximo de atenção possível a todos. Nesse cenário, a automação é utilizada para nutrir esses leads com informações relevantes e de valor.

Enquanto a automação cuida dessa parte, você pode se dedicar ao seu negócio, pensando em estratégias, novas campanhas, dando mais atenção à sua equipe de trabalho e monitorando todos os processos.

4. Lead preparado para a equipe de vendas


A automação nutre seus leads com informações relevantes sobre os produtos pelos quais ele se interessou e sobre a qualidade e confiabilidade da sua empresa no mercado. Assim, você vai educando o seu lead e o preparando para ser abordado pela equipe de vendas, que não terá apenas um lead, mas um lead qualificado, ou seja, preparado para ser abordado por um vendedor ou por um e-mail final que o conduza à conversão.

5. Referência para a sua marca no mercado


Com um conteúdo de valor sobre a sua empresa entregue periodicamente aos seus leads, é criada uma relação de confiança. Assim, seu negócio vai se tornando referência na área em que atua e educa seu público para que os clientes se tornem defensores da marca.

Você pode criar conteúdos impressos e vídeos, além de buscar informações sobre a sua empresa publicadas em mídias relevantes e organizar essas informações em mensagens de e-mail de valor. O conteúdo é produzido uma única vez, podendo ser atualizado periodicamente, mas quem vai fazer o trabalho de entregá-lo no momento certo para seu lead é a ferramenta de automação.

6. Leads de qualidade


O sistema de automação de marketing trabalha com um caminho chamado de funil de vendas. Na boca do funil estão todos os visitantes do seu site, e eles vão recebendo conteúdos que os conduzem para o fundo do funil.

Os que não demonstram interesse pelos conteúdos recebidos e não correspondem com as ações esperadas não estão realmente interessados na compra e, portanto, saem do funil. Esses leads não são totalmente descartados, mas eles podem entrar em um outro funil com objetivos diferentes, de acordo com as estratégias de automação traçadas.

Já os leads que passam por todo o funil realmente estão interessados no produto ou no serviço que sua empresa tem a oferecer. É venda na certa!

7. Redução de custos com investimentos certos


Em médio e longo prazo, você terá informações ricas sobre o comportamento do consumidor e quais ações de marketing e automação estão gerando mais resultados. Assim, será possível planejar com mais efetividade suas próximas campanhas, investindo com mais precisão nas ações que dão resultados mais expressivos.

Organizar o atendimento, os processos internos, garantir a qualidade oferecida ao público e aumentar as vendas é o desejo de todo empreendedor. E isso é possível com a automação de marketing. Procure uma empresa especializada e converse sobre seus planos e interesses. Conheça mais sobre esse sistema!

Se você gostou das nossas dicas sobre a automação de marketing para e-commerce compartilhe nas redes sociais e pergunte aos seus amigos e seguidores o que eles acham do sistema e se algum deles tem uma experiência para contar!

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Chargeback em loja virtual: saiba o que fazer nessa situação

post-blog-Chargeback em loja virtual saiba o que fazer nessa situação

O chargeback é um dos maiores medos dos gestores das lojas virtuais, sendo responsável pelo fechamento de alguns negócios. A problemática fica pior porque não há uma campanha para diminuir a situação, nem a comunicação das administradoras de cartões de crédito quanto ao número de fraudes que acontecem na utilização dos seus serviços.

Caso os números fossem amplamente divulgados, tanto os lojistas quanto os clientes ficariam receosos em usar seus cartões de crédito, uma vez que estes teriam conhecimento da fragilidade dos sistemas de cobrança.

O chargeback é um dos maiores perigos das vendas on-line. Saiba o que fazer para reduzir os riscos.

Quando ocorre o chargeback?


O chargeback ocorre quando a operadora do cartão cancela a compra feita por um cliente por acreditar que o cartão de crédito ou débito tenha sido fraudado. Acontece que o e-commerce é lesado, pois geralmente o cancelamento da venda é feito após ele já ter enviado o produto, e só aí descobre que a compra não será creditada, uma vez que ela foi considerada inválida.

Se os valores pagos já tiverem sido creditados, ele será estornado ou ficará o débito se não houver fundos quando o estorno for lançado. Trata-se de um instrumento criado pelas operadoras de cartão no intuito de desprender maior segurança nas transações de cartão de crédito, sobretudo quando realizadas pela internet. A ideia aqui é que o consumidor não seja lesado quando não reconhece uma compra feita com seus dados.

O chargeback, nesse contexto, pode acontecer por quatro razões, quais sejam:


1. Quando o titular do cartão não reconhece a compra;

2. Quando a transação não obedece às regras estabelecidas no contrato, termos ou regulamentação vigente;

3. Quando há insatisfação ou má-fé do titular do cartão;

4. Quando há erro no processamento da compra (mais raro).


Nos casos em que o titular do cartão detecta o erro na fatura e solicita o reembolso à prestadora, o chargeback é feito após análise da prestadora. O consumidor pode solicitá-lo apenas com uma ligação, e após detectada a anormalidade, a prestadora realiza o estorno do valor questionado.

O consumidor somente pode solicitar o chargeback em seu direito legítimo. Tendo em vista que o abuso ou a falsa informação pode gerar penalidades, daí a necessidade de o consumidor apresentar a causa que legitime o pedido do chargeback. O que é diferente do arrependido pela compra, o qual pode ser solicitado em até 7 dias úteis após o recebimento e não lesa nem cliente nem a loja virtual, pois há a devolução do produto.

É importante distinguir o chargeback do direito de arrependimento, assegurado pelo artigo 49 do Código de Defesa do Consumidor, uma vez que muitos consumidores e lojistas confundem as duas situações. O direito de arrependimento ocorre quando o consumidor desiste da compra dentro do prazo previsto no Código de Defesa do Consumidor.

Como evitar o chargeback?


O lojista encontra-se em uma situação que precisa adotar medidas de segurança no intuito de minimizar os riscos das suas vendas. Ele não pode adotar medidas muito exigentes, pois corre o risco de perder uma venda saudável, e se for muito flexível, podem surgir muitas fraudes.

Em linhas gerais, há algumas regras relacionadas ao comportamento dos compradores virtuais, das quais é possível destacar:


  • Transações realizadas com clientes cadastrados apresentam menor risco de fraudes;

  • Transações de um mesmo consumidor em intervalos recentes (mesmo dia ou com poucos dias de diferença), principalmente com valores crescentes, apresentam alto risco de fraude;

  • Durante a semana, há menos riscos de fraudes do que durante o fim de semana ou feriados;

  • Durante a madrugada, ocorre o maior número de tentativas de fraudes.


  • Agora que você já conhece esses comportamentos, acompanhe algumas sugestões:


    Desenvolva uma política própria


    Consiste na criação de padrões que incluem conferência do CPF, do endereço, endereço de e-mail e IP, telefone e localização. Se for preciso, entre em contato para comprovar se os dados conferem. Também vale montar uma base de negativação incluindo os clientes que já tentaram ou fizeram transações fraudulentas.

    Em algumas situações em que seja preciso uma confirmação, o lojista pode solicitar do cliente cópias dos documentos, do cartão de crédito e do cabeçalho da fatura onde esteja visível o endereço. Esse caminho, apesar de ser menos custoso por não exigir a contratação de uma empresa que faça análise de risco, pode espantar o cliente, uma vez que torna o processo mais demorado, facilitando a desistência do cliente. Considere se o método vai ser interessante para a sua proposta.

    Contrate os serviços de uma empresa de análise de risco


    Atualmente, algumas empresas se especializaram em segurança para transações realizadas em ambiente eletrônico. Geralmente, elas realizam uma consulta na sua base de dados e em sistemas de inteligência e retornam com informações relacionadas ao risco da transação em questão.

    Outro serviço oferecido é o de garantia da venda, com base na comissão sobre o valor total da compra.

    Use intermediários de pagamentos


    Uma alternativa ao risco de chargeback é o emprego de um intermediário de pagamento, que asseguram a aprovação de vendas. Os custos das transações superam os 5% do valor da venda, porém a venda é garantida.

    Quais são as soluções das operadoras de cartão?


    As operadoras de cartão têm buscado alternativas para reforçar suas políticas de segurança das vendas realizadas no ambiente virtual. A questão é preocupante porque as vendas têm crescido exponencialmente. Contudo, as soluções de segurança não têm evoluído no mesmo passo das fraudes, tornando-se frágeis em termos de segurança.

    A Cielo, por exemplo, desenvolveu o Verified By Visa (VBV), um modelo de autenticação para vendas feitas com o cartão pela internet com a bandeira. Trata-se de uma solução que ocorre no site do banco emissor do cartão. O sistema baseia-se no padrão 3D Secure, de forma a remeter ao comprador uma senha particular de autenticação.

    A Redecard foi outra que se antecipou e criou o Komerci com AVS, um sistema de verificação das informações do comprador. O sistema solicita a aprovação de acordo com o CPF do cliente e a administradora retorna com a confirmação do CPF, do endereço e o código de aprovação da transação.

    São soluções que desprendem mais segurança à transação, ao lojista e ao consumidor. Dessa forma, diminuem as chances de chargeback e o aumento da receita do negócio.

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