6 tendências para Gestão de E-Commerce em 2015 [3/6]

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Em 2014 mobile deixou de ser uma promessa. O share de acessos via mobile há 3 anos girava em torno de 5%. Em 2013 o crescimento elevou o share para algo em torno de 12% a 16%. Já em 2014 a média subiu para números aproximados de 25% a 30%, chegando a 40% em alguns casos mais agudos. O número é avassalador, mas não exatamente otimista, vamos explicar a razão.

O volume de visitas, não se reflete no incremento proporcional de vendas, uma vez que, a taxa de conversão de visitas oscila entre 0,8% a 1,2% na maioria das lojas online, mas quando o acesso é registrado via mobile, a taxa de conversão cai drasticamente para números entre 0,3% a 0,5% e, eis aqui, um desafio enorme. Buscar que a conversão de visitas via mobile se aproxime tanto quanto possível da conversão via desktop.

Todos os profissionais que militam no varejo online, têm a obrigação de emprestar grande parte da sua dedicação e esforço ao comportamento do acesso às suas lojas via smartphones e, aqui, não se trata da habitual simplificação de criar um layout supostamente responsivo e tentar forcejar uma maneira de todas as informações que constam no layout tradicional migrarem para o mobile.

Algumas premissas devem ser rediscutidas, sobretudo as estratégicas:

  • O mix deverá ser o mesmo? O mix de produtos apresentado nas principais páginas (home, departamento, categoria, subcategoria e marca) devem ser o mesmo da versão tradicional? A árvore de categorias deve a mesma e apresentada da mesma forma?
  • As diretrizes de arquitetura de informação e usabilidade devem ser seguidas no mobile?
  • Como deve ser o processo de cadastro, endereço de cobrança e entrega e inserção de dados de pagamento?
  • Como criar na navegação mobile mecanismos para facilitar a aprendizagem, proporcionar eficiência de uso, facilitar a memorização e minimizar a taxa de erros nos sistemas de organização, navegação e busca?

Quem encontrar essas respostas mais rápido, certamente, estará à frente da concorrência.

A título de exemplo, desenvolvemos um comparativo para demonstrar quão importante é esta gestão. Consideramos uma loja pequena, com 30.000 visitas / mês e um Ticket Médio de R$200,00. A única diferença entre o Cenário 01 e o Cenário 02 é que no segundo, a Taxa de Conversão de Visitas foi igual à da versão desktop. A diferença foi de 20% a mais no Valor Captado. Um número bastante significativo.

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